O sistema de direção hidráulica tem a finalidade de transmitir os movimentos do
volante, de modo a permitir a realização curvas e manobras,
assim sendo, o veículo poderá ser conduzido para
qualquer direção.
Principais componentes do sistema da direção são:
a) Volante (de direção)
b) Coluna (Varão de direção)
c) Caixa de Direção
d) Braço de Direção
e) Barra de Direção
f) Terminais de Direção
g) Rótulas de Direção (Rolamentos)
O sistema de direção é composto por alguns componentes ou conjunto de componentes que formam um sistema simples. O sistema pode ser mecânico ou do tipo servo assistido com o auxílio de bomba hidráulica ou motor elétrico.
O primeiro componente do sistema de direção hidraulica é
o volante de direção, que permite, através do comando
do motorista, o movimento giratório que será levado até
a caixa de direção.
Existem muitos tipos de volantes de
direção, clássicos, esportivos e os futuristas. O volante
tornou-se um componente de interatividade com o
motorista, principalmente os automóveis que dispõem
de alguns comandos alternativos de outros sistemas no
volante.
Numa das extremidades do virabrequim há um
disco de ferro; é o volante. À primeira vista, parece não
haver grande importância nesta peça. Mas dele
dependem a aceleração suave do motor.
Como alguns sistemas semelhante na funcionalidade mecânica de um automóvel como por exemplo o sistema de freios e o ar condicionado automotivo são necessários alguns cuidados para que haja um bom funcionamento de todos os seus componentes, como fazer periodicamente manutenções e limpeza, alem de diagnósticos.
Para mais informações sobre serviços de ar condicionado automotivoar condicionado automotivo visite o site o site K2 ar condicionado automotivo.
Oficina mecanica de Direção hidraulica oferece dicas e informações sobre dúvidas sobre motor, direção hidraulica, ar condicionado automotivo e muito mais
sexta-feira, 26 de abril de 2013
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Fazer a lubrificação adequada possibilita a durabilidade do motor.
Uma boa e periódica lubrificação é necessária para o bom funcionamento do motor, sendo o inverso, o descuidado e o descaso, pode comprometer sua vida útil do motor. Como parte principal da mecânica de um automóvel, a lubrificação existe em dois momentos importante. O primeiro deles é quando existe a partida a frio. O segundo é o funcionamento em processo de baixas rotações.
Nessas situações referidas acima, mas principalmente quando é partida a frio, a bomba de óleo tem certa dificuldade para lubrificar de forma completa todas as partes móveis do motor. Com o propulsor frio, o óleo que ainda está totalmente depositado no cárter e muito espesso, o que prejudica sua circulação imediata por todo motor. Já em situações onde existe a baixas rotações, o sistema trabalha com baixa pressão, uma vez que a bomba é acionada pelo funcionamento do motor. Assim, a lubrificação também fica comprometida
As novas tecnologias usadas nos centro automotivo, reflete em uma forma de melhorar os principais momentos críticos e a solução encontrada foi a adoção de uma segunda bomba de óleo, dessa forma acionada eletricamente. Contudo, essa modificação não pretende provocar uma revolução na engenharia dos motores, e também não vai ficar no lugar da tradicional bomba de óleo. Essa segunda bomba funciona principalmente quando a ignição é ligada, ou seja, basta o motorista acionar a chave de contato. Feito isso, o óleo é distribuído pelo motor mais rapidamente. Essa agilidade impede que o motor gire sem estar lubrificado, o que minimiza o atrito e, em conseqüência, o desgaste prematuro.
Nessas situações referidas acima, mas principalmente quando é partida a frio, a bomba de óleo tem certa dificuldade para lubrificar de forma completa todas as partes móveis do motor. Com o propulsor frio, o óleo que ainda está totalmente depositado no cárter e muito espesso, o que prejudica sua circulação imediata por todo motor. Já em situações onde existe a baixas rotações, o sistema trabalha com baixa pressão, uma vez que a bomba é acionada pelo funcionamento do motor. Assim, a lubrificação também fica comprometida
As novas tecnologias usadas nos centro automotivo, reflete em uma forma de melhorar os principais momentos críticos e a solução encontrada foi a adoção de uma segunda bomba de óleo, dessa forma acionada eletricamente. Contudo, essa modificação não pretende provocar uma revolução na engenharia dos motores, e também não vai ficar no lugar da tradicional bomba de óleo. Essa segunda bomba funciona principalmente quando a ignição é ligada, ou seja, basta o motorista acionar a chave de contato. Feito isso, o óleo é distribuído pelo motor mais rapidamente. Essa agilidade impede que o motor gire sem estar lubrificado, o que minimiza o atrito e, em conseqüência, o desgaste prematuro.
Para esclarecer maiores dúvidas confira nos sites sobre oficina mecânica e centro automotivo mais explicações e detalhes sobre o assunto
sábado, 5 de janeiro de 2013
Suspensão veicular e amortecedor
A suspensão no veículo tem a função de dar estabilidade e dirigibilidade, além de também proporcionar conforto aos passageiros. Assim, a suspensão é responsável por absorver as irregularidades no solo. Uma ondulação, por exemplo, faz com que a roda se mova para cima e para baixo sem alterar drasticamente a movimentação da carroceria.
Uma suspensão em bom estado tem de ter a capacidade de manter o contato dos pneus com solo e assegurar a boa dirigibilidade. Se você estivesse a bordo de um carro com uma suspensão em péssimas condições, a aderência do veículo ao chão seria limitada e, conseqüentemente, o automóvel estaria sujeito a derrapar em qualquer curva.
Alguns tipos de suspensão:
Independente, em que cada roda recebe as irregularidades do piso sem transferir à outra do mesmo eixo;
O semi-independente, no qual parte dos movimentos é repassada;
Totalmente dependente, em que os movimentos de uma roda são percebidos na outra. Esse último é conhecido por eixo rígido.
A mola: é o componente a receber o impacto de qualquer irregularidade do solo. Ao ser comprimida a mola reage e, rapidamente, se distende. São diversos tipos de molas. Pode ser em espiral, geralmente usada na suspensão dianteira e também pode ser empregada traseira, no caso dos carros.
Tem o sistema de feixe de molas, utilizados nos caminhões, e o de amortecimento a ar, comum nos ônibus. A picapes geralmente usam o tipo misto, que utiliza mola espiral na frente e feixe na traseira. Um tipo bem conhecido é o de torção, utilizado na traseira do VW Fusca e Kombi. Trata-se de uma barra de torção ou um feixe de lâminas. Esse sistema deforma-se ao receber impactos, a barra de aço reta se torce sobre seu eixo longitudinal e reage para voltar à forma original proporcionando o amortecimento.
Amortecedor: O amortecedor tem a função de por meio de um sistema hidráulico com o objetivo de eliminar as constantes vibrações da mola. O componente conta com um tubo de pressão e um reservatório com óleo, cuja uma pequena parte é preenchida com ar ou com gás nitrogênio (os famosos pressurizados). Conforme o automóvel percorre trechos irregulares, a mola e o amortecedor absorvem os impactos e transmitem o mínimo possível à carroceria. Na prática, o conjunto de amortecimento funciona com a passagem do óleo do reservatório para o tubo de pressão. Quanto maior a dificuldade dessa passagem, maior será a eficiência do amortecedor. Em razão disso, quando a peça sofre um esforço repetitivo por longo tempo, tende a perder sua função, pois o óleo se aquece e perde parte da viscosidade (fica mais fino), tornando-se mais fácil de passar do reservatório para o tubo. Nesses casos, o pressurizado se mantém eficiente por mais tempo. Antigamente os amortecedores eram de ação simples e operavam apenas em um sentido. Atualmente são de dupla ação, assim controlam os movimentos de compressão e expansão.
Esse blog tem o apoio da equipe do grupo K2:
Uma suspensão em bom estado tem de ter a capacidade de manter o contato dos pneus com solo e assegurar a boa dirigibilidade. Se você estivesse a bordo de um carro com uma suspensão em péssimas condições, a aderência do veículo ao chão seria limitada e, conseqüentemente, o automóvel estaria sujeito a derrapar em qualquer curva.
Alguns tipos de suspensão:
Independente, em que cada roda recebe as irregularidades do piso sem transferir à outra do mesmo eixo;
O semi-independente, no qual parte dos movimentos é repassada;
Totalmente dependente, em que os movimentos de uma roda são percebidos na outra. Esse último é conhecido por eixo rígido.
A mola: é o componente a receber o impacto de qualquer irregularidade do solo. Ao ser comprimida a mola reage e, rapidamente, se distende. São diversos tipos de molas. Pode ser em espiral, geralmente usada na suspensão dianteira e também pode ser empregada traseira, no caso dos carros.
Tem o sistema de feixe de molas, utilizados nos caminhões, e o de amortecimento a ar, comum nos ônibus. A picapes geralmente usam o tipo misto, que utiliza mola espiral na frente e feixe na traseira. Um tipo bem conhecido é o de torção, utilizado na traseira do VW Fusca e Kombi. Trata-se de uma barra de torção ou um feixe de lâminas. Esse sistema deforma-se ao receber impactos, a barra de aço reta se torce sobre seu eixo longitudinal e reage para voltar à forma original proporcionando o amortecimento.
Amortecedor: O amortecedor tem a função de por meio de um sistema hidráulico com o objetivo de eliminar as constantes vibrações da mola. O componente conta com um tubo de pressão e um reservatório com óleo, cuja uma pequena parte é preenchida com ar ou com gás nitrogênio (os famosos pressurizados). Conforme o automóvel percorre trechos irregulares, a mola e o amortecedor absorvem os impactos e transmitem o mínimo possível à carroceria. Na prática, o conjunto de amortecimento funciona com a passagem do óleo do reservatório para o tubo de pressão. Quanto maior a dificuldade dessa passagem, maior será a eficiência do amortecedor. Em razão disso, quando a peça sofre um esforço repetitivo por longo tempo, tende a perder sua função, pois o óleo se aquece e perde parte da viscosidade (fica mais fino), tornando-se mais fácil de passar do reservatório para o tubo. Nesses casos, o pressurizado se mantém eficiente por mais tempo. Antigamente os amortecedores eram de ação simples e operavam apenas em um sentido. Atualmente são de dupla ação, assim controlam os movimentos de compressão e expansão.
Esse blog tem o apoio da equipe do grupo K2:
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
É preciso substituiro filtro em toda a trocade óleo do motor?
Existe muitos proprietários de veículos com esta concepção a respeito da troca do elemento filtrante quando da troca de óleo do motor, ou seja,apenas trocamo elemento filtrante a cada duas trocas de óleo do motor.Afirmam não ser necessário e que economizam com isso.
Assim troca apenas o óleo e não remove o filtro, ocorre uma contaminação do óleo já trabalhado com o óleo novo e,mesmo que remova o filtro para escoamento, não consegue retirar todo o óleo queimado,ficam resíduos,permanece o risco de reação química dos agentes de cada óleo...No final das contas,é inviável esta economia do elemento. Em toda a troca d o óleo do motor,não hesite em trocar também o filtro lubrificante; garanta uma perfeita lubrificação dos componentes internos do seu motor.
è importante que essa troca seja feita em uma oficina mecanica credenciada e com ótimos profissionais para garantir a qualidade do serviço, outra opção são os centros automotivos
Se achar baixa a quilometragem para troca,obtenha informação e indicação de um outro fabricante para maior quilometragem para a próxima troca de um óleo mais avançado.
Em alguns casos, os motoristas têm o costume de só completar o óleo quando este está abaixo do limite, sendo que o mais adequado é fazer a troca completa do lubrificante. Esse erro pode custar caro. Se não for substituído, o óleo fica mais sujo que o normal, já que além de lubrificar ele também tem a função de eliminar determinados resíduos da combustão – queima do combustível - e isso compromete a viscosidade.
Assim troca apenas o óleo e não remove o filtro, ocorre uma contaminação do óleo já trabalhado com o óleo novo e,mesmo que remova o filtro para escoamento, não consegue retirar todo o óleo queimado,ficam resíduos,permanece o risco de reação química dos agentes de cada óleo...No final das contas,é inviável esta economia do elemento. Em toda a troca d o óleo do motor,não hesite em trocar também o filtro lubrificante; garanta uma perfeita lubrificação dos componentes internos do seu motor.
è importante que essa troca seja feita em uma oficina mecanica credenciada e com ótimos profissionais para garantir a qualidade do serviço, outra opção são os centros automotivos
Se achar baixa a quilometragem para troca,obtenha informação e indicação de um outro fabricante para maior quilometragem para a próxima troca de um óleo mais avançado.
Em alguns casos, os motoristas têm o costume de só completar o óleo quando este está abaixo do limite, sendo que o mais adequado é fazer a troca completa do lubrificante. Esse erro pode custar caro. Se não for substituído, o óleo fica mais sujo que o normal, já que além de lubrificar ele também tem a função de eliminar determinados resíduos da combustão – queima do combustível - e isso compromete a viscosidade.
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